Orpheus, de Franz Stuck

quinta-feira, 14 de maio de 2015

EM PAZ (Auta de Souza)

Tanto roguei a paz consoladora,
Durante os meus amargos sofrimentos,
Elevando a Jesus meus pensamentos,
Que recebi a paz confortadora!

Sentindo- me feliz, ditosa agora,
Nessas paragens de deslumbramentos,
Onde terminam todos os tormentos
Que inundam de amargor a alma que chora.

Jesus! doce Jesus meigo e bondoso,
Quanto agradeço a paz que concedestes
Ao meu viver tristonho e doloroso!

E desse lindo oásis encantado,
Canto de luz dos páramos celestes,
Bendigo o vosso amor ilimitado!

(Poema de Auta de Souza retirado do livro ''Parnaso do Além-túmulo'', psicografado pelo médium Francisco Cândido Xavier)




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