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domingo, 2 de setembro de 2012

James Whale - Gods and Monsters

James Whale.
Eu já havia ouvido falar dele, mas confesso que só consegui ligar o nome à pessoa após este filme, ''Gods and Monsters''. Ele foi ninguém menos do que quem dirigiu o clássico filme ''Frankenstein'', de 1931. E também o posterior, ''Bride of Frankenstein'', em 1935.

Recomendo o filme, é bom modo de conhecer melhor esta figura já esquecida, James Whale. Contudo, acho crucial conhecer os seus filmes, principalmente estes dois clássicos.

''Gods and Monsters'' é interessante na medida que vamos percebendo que o mais interessante do filme está nos momentos em que James Whale recorda-se do passado, o que é nos mostrado através de flashbacks, enquanto conversa com Clayton, seu jardineiro e novo amigo.
Passamos a conhecer um pouco da histórios deste homem, de sua sensibilidade, frustrações, dos medos e também amores que teve.
James Whale, no filme, vive atormentado por sombras, pelas suas próprias lembranças, que visitam a sua solidão. Acho intessantísismo o momento em que Whale compara as suas lembranças a monstros, aos próprios monstros que ele criou no cinema. O filme é uma boa viagem através da memória deste gênio do cinema, que é interpretado pelo famoso e distinto ator britânico, Ian McKellen. A título de curiosidade, lendo sobre este filme descobri que Ian MacKellen é homossexual assumidos desde os anos de 1980e que foi eleito, atualmente, ''o homossexual mais influente do Reino Unido''.



Trailler de ''Gods and Monsters'':




sábado, 25 de agosto de 2012

J'ai tué ma mère

Dica de filme para um sábado de frio e chuva:  





sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Sally's song


Esta música faz parte do filme ''The Nigthmare Before Christimas'', uma das mais
conhecidas e mais belas produções de Tim Burton. 

sexta-feira, 6 de julho de 2012

''Banho Turco'' e ''Como esquecer'' - sugestão de filmes

Aqui têm duas boas dicas de filmes, logo mais comento sobre os dois:

''Hamam'' ( ou ''Banho Turco'', em português):



''Como esquecer'':




sábado, 14 de abril de 2012

As tu dejá aimé?


Tantas vezes vi este filme e nunca me canso. 
Gosto muito da atuação de Louis Garrel.
Louis Garrel e sua pálida melancolia no inverno de Paris, 
gosto de suas olheiras, 
do seus gestos tristes que revelam uma personagem extremamente sensível e ao mesmo tempo, alguém cheio de poder de regeneração. Esta regeneração chega através dos braços do bretãozinho, Ewain. 'Les chansons d'amou' e Garrel é só poesia, só poesia...


segunda-feira, 26 de março de 2012

Polaróides Urbanas

Aí têm a cena de um filme que adoro. É um filme dirigido por Miguel Falabella. Trata-se de uma comédia, mas que possui muitos elementos dramáticos. Uma comédia com muitas inspirações da própria tragédia grega, como verão se assistirem o filme. Esta é a primeira cena do filme e como percebem, trata-se de uma encenação da clássica peça de Sófocles, Antígona, mas, como não poderia ser diferente, Falabella deu uma nova cara para 'Antígona' e nos leva do espanto ao riso, do riso ao espanto... Uma mistura excelente!



segunda-feira, 12 de março de 2012

Florbela

Um filme de Vicente Alves do Ó.




Eu

Eu sou a que no mundo anda perdida,
Eu sou a que na vida não tem norte,
Sou a irmã do Sonho, e desta sorte
Sou a crucificada... a dolorida...

Sombra de névoa ténue e esvaecida,
E que o destino, amargo, triste e forte,
Impele brutalmente para a morte!
Alma de luto sempre incompreendida!

Sou aquela que passa e ninguém vê...
Sou a que chamam triste sem o ser...
Sou a que chora sem saber porquê...

Sou talvez a visão que Alguém sonhou,
Alguém que veio ao mundo pra me ver
E que nunca na vida me encontrou!

Florbela Espanca in Livro de Mágoas

quarta-feira, 7 de março de 2012

Insônia, Pensamentos e versos de Florbela

     


        Depois de acordar no meio da noite e de tentar frustradamente voltar ao sono, decidi levantar-me e fazer algo de útil. Lembrei-me de um professor que disse a uma amiga, certa vez que ela reclamava da falta de tempo, ''O que você faz da meia noite até às seis da manhã? Aproveite seu tempo!''
Bom, não sou do tipo que joga horas de sono ao vento, muito pelo contrário, eu tenho certa veneração pelo sono, é algo extremamente sagrado para mim, gosto de dormir e mais ainda, gosto dos sonhos! Enfim, além de ser humanamente necessário, o sono nos permite sonhar, nos permite tirar  a nossa cabeça por algumas horas deste mundo tão turbulento, turvo e barulhento!
          Eu vos falava da minha insônia... Pois bem. Levantei-me e estava decidido a fazer ''algo de últil''. Geralmente, eu vou ler algo, algum texto ou livro da faculdade... No momento estou com três livros sobre a cabeceira....  A ''Ilíada'', decidi que preciso relê-la há algumas semanas e essa necessidade precipitou-se porque estou a escrever um conto que envolve acontecimentos no período da guerra de Tróia, portanto, a Íliada é uma das melhores fontes, sem falar que é uma das mais belas e encantadoras obras poéticas ocidentais... Enfim, quando começo a falar de Homero e da Grécia, eu praticamente babo, melhor parar por aqui... Falava de três livros, certo? Os outros dois são ''A Jangada de Pedra'' de José Saramago, já que estou decidido a escrever sobre algo que me tem causado muitas dúvidas há algum tempo, trata-se, na verdade, de uma 'oposição' que uma professora me fez pensar certo dia: 'Lusofonia x Iberismo''... Falar da península Ibérica pressupõe José Saramago, é claro! Esse tema surgiu em uma aula de Cultura Portuguesa, que por sinal eu adoro, falávamos das relações culturais que Portugal mantinha com o Brasil e com os países africanos de língua portuguesa, isso nos fez falar de ''Lusofonia'', ''Acordo Ortográfico'' e todas essas polêmicas que estão na moda... Em seguida, o assunto passou a ser o poeta Miguel Torga e seu ''Iberismo assumido'', pra quem não sabe, Torga defendia que Portugal devia procurar semelhanças com sua gigante vizinha, a Espanha, e não com os ''trans-atlânticos'', os brasileiros. Tudo isso para vos dizer que o terceiro livro que está na minha mesinha de cabeceira é ''Poemas Ibérios'' do Torga.... Mais isso tudo são parênteses, pois o pretendido era e ainda é, falar de um quarto livro... O livro que fui ler para ''fazer algo de útil''!
           Raios! Eu já me perdi e falei demais!  Bom, quero este texto assim, mesmo que possa parecer confuso, ele é o fruto desta minha 'madrugada-manhã' de ''pensos-pensamentos'', pensamentos que estavam dependurados, quase como cabides, no guarda-roupa da minha mente. Enfim, delírios e metáforas à parte, eu comecei escrevendo isto para contar-vos sobre o que eu queria fazer de últil.... Sem grande supresa, eu fui ler o livrinho de capa roxa que também tenho na minha mesinha, ele chama-se ''Poesia Completa de Florbela Espanca''. Florbela é a poeta dos meus suspiros, é uma espécie de alma/aura/diva inspiradora! Quando vou ao Mondego, sentar-me na beira do rio nos dias de sol, são os versos de Florbela que leio.... Esta poeta de alma roxa, pálida e de ''fantásticos cansaços'', como ela própria diz, me fascina... Florbela é depressiva, vá lá, mas eu só a leio quando quero mesmo sentir o meu coração espremer-se, contrair-se, quando quero sentir algo ''shakesperano'', algo extremamente  humano e ''à la Hamlet''... Neste momento, talvez, ficasse bem um gemido grego, daquelas lamentações que só encontramos em Eurípedes! O jornalista/entrevistador do Programa ''Provocações'' da TV Cultura, Antônio Abujamra, é quem sempre diz: ''Só mesmo um gemido grego para começar este programa.... Talvez devesse eu aqui dizer: ''Só mesmo um gemido grego para entender Florbela....''

           Eu iria fazer um post somente para falar que li alguns versinhos de Florbela Espanca, mas acabei quase escrevendo uma ''Epopéia''.... Na verdade, por falar em Florbela Espanca, me cabe ressaltar que amanhã, dia 08 de março, Dia Mundial das Mulheres, estréia cá em Portugal um filme que representará justamente a vida desta extraordinária poetisa portuguesa. Pretendo ver este filme logo, estou ansiosíssimo!
Algumas informações sobre o filme podem encontrar aqui: http://bibliblogue.wordpress.com/2012/03/01/florbela-o-filme-estreia-a-8-de-marco-condicoes-especiais-para-as-escolas/

         '' Então, pronto!'' - Gosto desta expressão, que é usada, geralmente,  cá em Portugal, terra de Florbela e também onde moro há um ano e meio,  quando se quer encerrar uma conversar. ''Pra já, é isto!''
Espero que o texto não tenha sido assim tão enfadonho e possa enriquecer-vos de alguma forma, nem que seja para rir do meu ''disparate'' ou procurar ler um pouco mais sobre Florbela Espanca...

Deixo-vos uns versinhos da ''poetisa dos magoados'':

''A lembrança do teu beijo
Inda na minh'alma existe,
Como um perfume perdido,
Nas folhas dum livro triste.

Perfume tão esquisito
E de tal suavidade,
Que mesmo desapar'ido
Revive numa Saudade!
 -  ( Espanca Florbela. ''Cantigas leva-as o vento...'' in Trocando Olhares)


Bom dia!

sábado, 7 de janeiro de 2012

'Les amours Imaginaires'



   'Les amours imaginaires', um filme francês do diretor canadense Xavier Dolan.
  A doce ilusão do amor, é disso que trata este filme. Mostra como não é difícil que pessoas possam viver 'amores imaginários', ou seja, amores de mão única, que só existem na imaginação delas. Isso parece ser mais comum do que imaginamos, quantos amores imaginários já não podemos ter vivido e nem nos demos conta ou demoramos muito para percebê-los?! É um filme belíssimo, encanta pela sua fotografia, que é simplesmente fabulosa! O mérito da beleza da fotografia deve-se à Sthephanie Anne Weber Biron. Todo o resto, produção e produção de arte, se deve à Dolan. Recomendo este filme para todos aqueles que se interessam pela alma humana, que  não querem entendê-la, porque isso é mesmo impossível, na minha opinião, mas que são apaixonados em prostrar-se diante dos mistérios que nos cercam, apaixonados pela Literatura, pela arte, apaixonados por Shakespeare, por que não? Shakespeare é um dos gênios da arte do amor, não soube decifrá-lo, mas nos mostrou a sua metafísica, nos deu a chance de refletir sobre a alma humana com Hamlet e chorar pela desgraça de Romeu e Julieta. Enfim, 'Les amours imaginaires' é um filme 'shakespeareano' pelas emoções catastróficas que pode causar, emoções que não nos fazem apenas chorar diante de uma cena triste, emoções que nos fazem refletir, pensar no que é realmente a vida, questionar-se, perceber que nos restam apenas as dúvidas e é delas que podemos nos alimentar, libertar-nos, se é que se pode falar em liberdade. 
    Assistam 'Les amours imaginaires' e tirem suas próprias conclusões e lancem suas dúvidas, acho que vale a pena, enriquece qualquer alma minimamente interessante. 
Bom filme, boa catarse. 

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Sogno - Patty Pravo

'' Os amores impossíveis não acabam nunca. São aqueles que duram para sempre.''


Uma bela canção que faz parte da trilha sonora do filme italiano '' Mine vaganti'', dirigido por  Ferzan Ozpetek. Em português o filme chama-se '' O primeiro que disse''.



sábado, 5 de novembro de 2011

Christopher and His Kind - Filme

     "Christopher and his Kind", um filme fascinante.




domingo, 2 de outubro de 2011

"Wilde" - Filme (1997)

Este filme mostra a vida do dramaturgo e poeta irlandês Oscar Wilde. É um filme fabuloso que revela a sofisticação e inteligência de um homem à frente do seu tempo, um homem que escandalizou a conservadora Londres do século XIX pelo modo como vivia sua vida sexual e amorosa.Casado e com filhos, Wilde viveu um caso turbulento com o jovem Lord Alfred Douglas, e isso lhe trouxe trágicas consequências. Qualquer pessoa que aprecie a obra de Oscar Wilde e tenha alguma admiração por aquilo que ele escrevia, gostará muito do filme. De resto, é um filme emocionante e interessantíssimo, com ótimos atores.

Trailer:


Destaco, do filme, uma frase que é um verso de um dos poemas que Alfred Douglas escreveu para Oscar Wilde: "The love that dare not speak its name", que em português seria: "O amor que não se ousa dizer o nome". Oscar Wilde usou esta frase para se referir à homossexualidade e criticar a ignorância e preconceito da sociedade inglesa para com os homossexuais.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Não gosto de meninos - Curta-Metragem


Ainda disponibilizo para vocês o curta-metragem feito pela Pixar, chamado: "It Gets Better". 


                                        

domingo, 31 de julho de 2011

Cicle of Life - O Rei Leão

      


      Confesso que até hoje, quando ouço essa música me arrepio. "O Rei Leão" foi um filme que marcou minha infância. Lembro-me de minha irmã mais velha reclamando porque eu havia monopolizado o vídeo cassete revendo infinitas vezes a fita do Rei Leão. Eu viciei neste filme e até hoje é um dos meus desenhos preferidos, quando me bate aquela saudade da ser criança novamente, saudade de algo e qualquer coisa que foi e não volta, vejo este filme que para mim é fantástico. É fantástico porque reúne tudo. É um filme para crianças e para adultos, possui uma trilha sonora riquíssima, mas também é uma história que fala de amor, de morte, de traição, de inveja, de alegria, de felicidade e aceitação. O Rei Leão estará sempre na minha lembrança, ainda sinto o gosto da pipoca que minha mãe preparava quando eu sentava na sala para reassisti-lo nas tardes de inverno. 
        Eu coloquei a cima a versão original em inglês, mas é claro que cresci vendo a versão brasileira, que vai aqui em baixo. Ah, coloco também a versão em português de Portugal. Um dado curioso:  O Rei Leão foi o primeiro desenho da Disney que foi dublado na variedade do Português Europeu em Portugal, até então, todos os filmes da Disney eram disponibilizados para os portugueses com as dublagens brasileiras. Para a felicidade dos nossos amigos portugueses, após o Rei Leão, Portugal começou a fazer suas próprias dublagens ( curiosidade: em Portugal diz-se dobragem  ao invés de dublagem).

Versão Brasileira:

Versão Portuguesa:




segunda-feira, 25 de julho de 2011

Au Parc - Chiara Mastroianni

      Esta é uma canção do filme "Les chansons d'amour". É uma canção triste, mas que acho esplêndida.  Mesmo sendo melancólica, me transmite tranquilidade e calma.



sábado, 9 de julho de 2011

El Labirinto del fauno (O Labirinto do fauno)



      Há algumas semanas assisti um filme que me fez chorar como não chorava já há algum tempo. Um filme extremamente forte e tocante. Um filme que trata de uma história triste, de crueldade, de guerra, de morte, mas também de magia, fantasia e de sonhos, dos sonhos de uma menina, dos sonhos de Ofélia. 
       Ofélia é uma menina que muda-se para o norte da Espanha com sua mãe que está grávida de um general das tropas de Franco, ditador da Espanha fascista, a história se passam em 1944. No meio de mortes, guerras, armas e homens sem coração, Ofélia consegue sonhar, sonhar coisas mais extraordinárias do que aquelas que lê nos livros. 
     "O Labirinto do fauno"  é um empolgante filme que sem dúvida vai deixá-lo curioso, encantado e ao mesmo tempo não poupará suas lágrimas. Um filme verdadeiramente fantástico, que mostra como os sonhos de uma criança podem mudar histórias inteiras, tornar a vida mais leve, mais feliz, mesmo que esta seja feita de injustiça e crueldade, muitas vezes. 



     
        "El labirinto del fauno" é um filme mexicano, escrito e dirigido por Guillermo del Toro e lançado em 2006, recebeu prêmios importantes, como  Oscar de melhor direção de arte , melhor fotografia e melhor maquiagem e ainda, o Globo de Ouro de melhor filme estrangeiro. 

Vou deixá-los com a principal música do filme e a mais linda na minha opinião:




Trailler:


 



Um filme comovente...




sexta-feira, 17 de junho de 2011

As paixões passageiras - As-tu déjà aimé?

      As paixões passageiras, as vezes, são aquelas que nos mais marcam... Em homenagem a este momento, que não deixa de ser nostálgico, posto essa canção do filme "Les chansons d'amour", intitulada "As-tu déjà aimé?", composta por Alex Beaupain. 



quarta-feira, 15 de junho de 2011

Les chansons d'amour - As canções do amor

    Os deuses me deram uma curiosidade ousada e uma determinação inabalável. Não descanso até encontrar e descobrir o quê quero. Nesta semana, eu fiquei intrigado com um vídeo que achei no youtube. Eu postei o vídeo aqui no dia 12 de junho, dia dos namorados no Brasil. Achei o vídeo tão fofo e lindo que precisava descobrir de onde havia sido retirado e precisava descobrir se tratava-se de algum filme. Minha intuição estava certa, trata-se de uma cena de um filme francês, "Les chansons d'amour". A cena que assisti primeiramente é esta a abaixo, embora agora disponibilize uma versão com legendas em português: 


     
     Acabei tendo que assistir o filme. Mal posso descrever o meu encanto... Tudo bem, sou suspeito, filmes com temática gay, geralmente, me encantam. "Les chansons d'amour" é um filme que exala muita tristeza, melancolia é a palavra certa, pois se passa no auge do inverno parisiense. 
     O filme é um musical, mas somente nas cenas mais importantes é que os diálogos são substituídos por canções. Achei fabuloso! 
    Aí vai uma breve sinopse: Ismael, o personagem principal, vive um impasse afetivo. Apaixonado pela namorada, Julie (Ludivine Sagnier), tem de dividi-la com Alice (Clotilde Hesme). O triângulo amoroso sofrerá uma ruptura na primeira parte do roteiro - em outras duas serão abordados a ausência do amor e o recomeço da paixão, agora entre dois homens, Ismael e Ewam. 
    O filme foi lançado em maio de 2007 e foi selecionado na composição do Cannes 2007.Foi ainda indicado para quatro categorias para o Cinema Cesars 2008 e ganhou o César de melhor filme-musical.  Christophe Honoré foi quem dirigiu o filme e desde o início fica clara a relação estabelecida com um musical clássico do cinema francês, " Guarda-chuvas do Amor". O filme conta uma história romântica, onde as tonalidades GLS ganham força ao longo do filme, chegando ao ápice no desfecho. 
      Para fechar este post com chave de ouro, disponibilizo mais uma parte do filme ( alertando que trata-se de spoiler e se você não gosta de saber finais de filmes, não veja este vídeo. Reassista depois, se preferir. De qualquer forma, voce vai querer rever o filme e escutar a trilha sonora que é magnífica.






Termino este "post" com uma frase do romance Victor Hugo, "Os miseráveis":

"As coisas são negras, as criaturas são opacas. Amar um ser é torná-lo transparente."