Orpheus, de Franz Stuck

segunda-feira, 30 de julho de 2012

No fim da tarde.


O dia cheira a pôr-do-sol.
E a noite já vem beijar o mar.
Seus olhos brilham
e pequenas e puras lágrimas de saudade
lhe escorrem pela face branca.
Mãos nos bolsos,
deixa de fitar o mar e percebe
que não caminhou o bastante...
Tudo ainda é como antes,
E se não fosse pela distância,
Ele o abraçaria e voltariam juntos para casa.


               







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