Orpheus, de Franz Stuck

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

A semeadura é livre...


Cá neste mundo,

hoje ando em busca de luz,

por estes jardins,
quero semear lírios de paz,
crisântemos de reconciliação
e amor genuíno em forma de jasmins,


pois só assim é possível
desembaraçar os cipós,
livrar-se dos espinhos
e compensar as sementes duras
de sofrimento e mágoa
plantadas por mim
em meu passado de incompreensão,

o caminho para a libertação,
então,
é a semeadura do bem,

a caridade de puro e elevado coração,
que nos dará as asas
tantas vezes recusadas

e nos levará, enfim,
para mais perto de Deus.

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