Orpheus, de Franz Stuck

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

pesares

o mundo pesa,
às vezes sinto-o pesar,
e como sou bobo,
peso junto dele.

e vamos os dois,  pesados,
tristes muitas vezes,
o mundo e eu,
vivendo, morrendo e renascendo todos os dias,
em fogo, em água,
lágrima e amor,
há amor, ainda bem.

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