Orpheus, de Franz Stuck

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

despeço-me deste dia
com este delicado dedilhar de piano
com essa doce e inebriante melodia
que toca
com as mãos fluídas e finas da madrugada
o recanto mais fundo de mim
onde, quem sabe, nasce e morre a minha poesia


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