Orpheus, de Franz Stuck

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Na beira do rio, eu sentei e chorei....

Quem nunca sentou na beira de um rio, lago, cachoeira, em algum lugar alto, isolado e não conteve
as lágrimas? Quem nunca deixou as lágrimas invadirem sem medo de alguém os ver ou de olhos curiosos... Quem nunca chorou só pra si e para a natureza? Só para si e o mar, e o rio, e o céu? Quem nunca teve um dia em que saiu pela porta de casa sem saber para onde ir.... Sem rumo e sem destino pré-programado?  Quem nunca desejou tele-transportar-se para a lua, compartilhar a tristeza, a solidão e a dor somente com o brilho sincero das estrelas?



Quem nunca fez isso é porque mente ou não é humano ou pouco amou.




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