Orpheus, de Franz Stuck

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Teu verso.

Não importa que passe o tempo,
você ainda é o calor que desejo,
a luz dos meus olhos,
meu mimo,
meu pequeno príncipe.
Se acaso te sentires triste e só,
olha pra dentro de ti,
e lembra que ainda estou contigo,
te sinto ainda como antes,
e se quiseres chorar,
chora,
chora sempre,
o choro é dos homens,
isso, nem mesmo os deuses nos tiram.
E quando estiveres cansado,
cansado de aí tanto andar,
sozinho, ou sem mim,
quando te sentires longe demais de mim,
volta,
vem de novo suspirar no meu ouvido
que eu te conto um verso,
um novo verso,
só teu.

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