Orpheus, de Franz Stuck

sábado, 30 de julho de 2011

Quiçá...


De tudo,
do pouco que já nos vimos,
daquilo que compartilhamos,
só guardo os sorrisos,
os toques e carinhos.
E se querem os deuses que
isso não vá tão longe,
te guardarei na lembrança,
no cesto dos sonhos,
da saudade,
das coisas boas que vivi.
Mas, se permitirem eles,
que nós sejamos mais,
caminhemos mais
e tenhamos mais tempo,
Vou me vestir de sorrisos,
e continuar te guardando
no cesto do sonhos presentes,
do agora e quiçá,
do futuro.

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